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Como transformar um grande evento esportivo em uma viagem completa?

Se você quer fazer de um grande evento esportivo o ponto de partida (e não o ponto final) da sua viagem, continue a leitura!

Hoje, a Fhar vai mostrar como transformar disputas em vivências super especiais. 

Então, prepare-se para entender que a diferença está no que acontece entre uma partida e outra.

A Copa 2026 como ponto de partida

A próxima Copa do Mundo marca uma virada. Não apenas de formato, mas também de mentalidade. 

Serão 48 seleções, mais de 100 partidas e 16 cidades-sede espalhadas por três países. 

O calendário se estende de junho a julho. Ou seja, uma janela perfeita para viagens mais longas, sendo necessário ter roteiros bem distribuídos.

Por essa razão, isso muda tudo na prática.

Em vez de escolher um destino e “encaixar” o futebol, o viajante pode fazer o caminho inverso: escolher o que quiser vivenciar e usar os jogos como pontos estratégicos dentro do roteiro.

O que fazer antes e depois dos jogos

O jogo é o clímax. Mas é o entorno que transforma a viagem. 

Nova York e Nova Jersey

Certamente, a região de Nova York / East Rutherford, onde acontecerá a final, combina densidade cultural com total infraestrutura ao visitante. 

Antes dos jogos, faz sentido concentrar atividades em áreas caminháveis, como Midtown, West Village ou Upper West Side

Os espetáculos da Broadway (como “Wicked” ou “MJ, o Musical”, previstos para esse período) ou os restaurantes – como o Vesta Wood Fired – são uma boa pedida para ocupar o espaço da noite.

Los Angeles

A distância entre pontos é o principal fator a considerar. Em primeiro lugar, agrupar atividades por região evita longos deslocamentos. 

Em seguida, as praias de Santa Monica e Venice vão muito bem no pré-jogo; já o pós-jogo pode ser dedicado a restaurantes em West Hollywood ou a um dia seguinte em Malibu.

Finalmente, para quem dispõe de mais tempo, extensões para a costa californiana ou cidades próximas ampliam a viagem sem descaracterizá-la.

Miami

Miami é uma das sedes mais fáceis de integrar a um roteiro ponderado. 

As manhãs costumam ser dedicadas a praias, assim como as caminhadas em South Beach; à tarde, bairros como Wynwood e Design District concentram galerias e lojas aos apaixonados por compras.

Gastronomia, passeios e experiências locais

Esse tópico é para quem deseja ir além de “comer bem”.

Uma viagem que atravessa três países exige atenção especial à experiência gastronômica.

Saboreie abaixo as nossas sugestões nas principais cidades-sede:

Nova York

Pela manhã, o ritual nova-iorquino pede um bagel com salmão defumado no Russ & Daughters, endereço histórico do Lower East Side. 

Um almoço no Katz’s Delicatessen não pode faltar – inclusive, se você experimentar o clássico pastrami on rye

Entre refeições, gaste sua energia pela High Line, atravesse a Brooklyn Bridge a pé no fim da tarde e observe a cidade a partir de DUMBO.

Miami

Em Miami, o almoço ou jantar deve ser no Joe’s Stone Crab, com o tradicional stone crab servido apenas em determinadas épocas do ano. 

Antes dos jogos noturnos, dá para encaixar uma volta na Wynwood Walls, onde arte urbana e boa comida convivem no mesmo quarteirão. 

E seguir para o Design District, onde é possível desfrutar dos cafés cheios de charme em meio à arquitetura contemporânea, como Dior Café e o Baccarat Boutique.

Los Angeles

Já em Los Angeles, a lógica muda. 

O Getty Center reúne acervo, jardins e vistas amplas para aquela selfie no final da tarde. 

Na mesa, o Guelaguetza é referência em culinária de Oaxaca, entregando uma variação mexicana em plena Califórnia. 

A praia de Santa Monica é ponto ideal para aproveitar.

Vancouver

No Canadá, Vancouver apresenta uma relação clara entre cidade e natureza. 

O Stanley Park pode ser explorado por horas, passando por pontos como Lost Lagoon, Siwash Rock e Prospect Point

O Capilano Suspension Bridge Park complementa com as melhores trilhas que você pode fazer na região. 

Na mesa, o restaurante Miku é conhecido pelo aburi salmon oshi sushi, prato que se tornou símbolo da cena gastronômica local. 

Toronto

Em Toronto, o roteiro funde visitas à CN Tower, o Distillery Historic District e o Kensington Market

Para comer bem, o WVRST é um restaurante-bar com duas especialidades: cervejas e cachorro-quente.

Cidade do México

Na Cidade do México, o Pujol representa a alta cozinha contemporânea do país. 

Enquanto a Churrería El Moro, aberta desde 1935, impressiona com churros e chocolate quente; ideal para se deliciar entre passeios. 

O Contramar é praticamente obrigatório para quem busca frutos do mar e transformar um evento esportivo na viagem dos seus sonhos.

Para se organizar, os passeios devem incluir o Castillo de Chapultepec, o Palacio de Bellas Artes, a Casa Azul de Frida Kahlo, os canais de Xochimilco e o sítio arqueológico de Teotihuacan.

Guadalajara

Viajar bem começa pela mesa. 

A Birriería Las 9 Esquinas é referência para provar a birria, prato típico da região, enquanto a torta ahogada aparece como assinatura local. 

Por exemplo, o roteiro cultural passa pela Colonia Americana e por Tlaquepaque, conhecido pelo artesanato. 

Monterrey

Já em Monterrey, o prato-símbolo é o cabrito, servido em casas tradicionais como o El Rey del Cabrito

Nesse ínterim, que tal incluir o Parque Fundidora, no Paseo Santa Lucía, na Macroplaza e no Barrio Antiguo em seu roteiro?

Roteiros sugeridos por região

Leste da América do Norte

No leste, é possível apreciar Nova York, Filadélfia, Boston e Toronto

Nova York funciona como base principal, com deslocamentos de trem ou voos curtos para Filadélfia e Boston, permitindo visitas ao Freedom Trail, universidades como Harvard e áreas históricas.

Oeste da América do Norte

Um roteiro consistente pela costa oeste da América do Norte pode ser feito em cerca de oito a dez dias, conectando Vancouver, Seattle, a região da Baía de São Francisco e Los Angeles

No trajeto para o interior, a Sea to Sky Gondola, em Squamish, funciona como parada natural antes de seguir para Whistler

México urbano

Para quem escolhe o México como eixo, o trajeto entre Cidade do México, Guadalajara e Monterrey permite combinar jogos com outras aspirações, como:

  1. patrimônio histórico;
  2. culinária regional;
  3. cidades com perfis distintos.
  4. busca por deslocamentos práticos.

Por que o planejamento é essencial em um evento desse porte?

Eventos globais alteram preços, disponibilidade e logística

Em contrapartida, em 2026, isso será potencializado por três países. 

Todos com regras distintas de entrada, bem como as conexões aéreas concorridas. E sem contar a grande concentração de turistas!

Dessa maneira, os principais problemas surgem quando:

  • cidades-base são mal escolhidas;
  • deslocamentos são subestimados;
  • hospedagens ficam distantes dos eixos de interesse;
  • e exigências documentais não são consideradas com antecedência.

Em viagens associadas um grande evento esportivo, o agente de viagem deixa de ser apenas intermediário. 

Um convite da Fhar para transformar um evento esportivo na viagem dos seus sonhos

Se a ideia é ir além do estádio na Copa 2026 e construir uma viagem desenhada em todos os detalhes, a Fhar é e sempre será o seu braço-direito!

Entre em contato e conte como você imagina viver esse momento!